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Perdoar Para Manter a União

Cada vez mais em nossos dias a relação a dois parece está ficando complicada e difícil de ser mantida. Aqueles antigos casamentos em que se comemoravam 40, 50 anos juntos está cada vez mais raro. Haja vista que chegar aos 7 anos de casado, tempo da suposta primeira crise, já é um grande desafio em nossa sociedade. Se realmente existe uma razão pela qual os divórcios acontecem é sem dúvida a falta de perdão, ou nas palavras de Jesus: “A dureza de coração”. Quantos desentendimentos seriam resolvidos se de fato cada um de nós enxergasse que ninguém é pior nem melhor, logo, do mesmo modo que quero ser perdoado preciso perdoar. A fórmula que Jesus Cristo de Nazaré nos deixa é 70 x 7, ou seja, 490 vezes para cada pessoa todo dia, esta foi a aula de perdão que Ele deu a Pedro. Certa vez me encontrei com um casal de idosos caminhando no calçadão da praia de Boa Viagem (Recife-PE). Não resisti e fui conversar com eles, pedi licença, me apresentei e falei do quanto estava encantado e admirado co…
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Ano Novo a Gente Faz!

Um ano novo e feliz nós que fazemos (construímos). Não teremos um ano novo se continuarmos com velhos hábitos. Se queremos diferentes resultados precisamos ter diferentes atitudes! Feliz seremos quando a felicidade deixar de ser produto consumido, obtido, desejado... E passar a ser algo real em nós, vivido e desfrutado independente das circunstâncias. Ser feliz deve ser uma escolha! O surpreendente é que ela está nas coisas singelas e sutis da vida, em simplesmomentos vividos intensa e responsavelmente. Queremos realmente um ano novo? Sejamos novos, nos reinventemos, ou que tal descobrir-nos e permitir-nos ser nós mesmos sem máscaras. Vivendo, sendo, desfrutando e amando a vida.
Sendo assim, valorizemos cada instante e as coisas simples do dia a dia, pois assim nos perceberemos na vida, atentando para tudo que existe ao nosso redor: pássaros cantam, vento nos acariciam, crianças sorriem, pessoas carentes, idosos maltratados, etc. Diante desta constatação o que faremos? Lamentar, chorar, …

Insight: Respeito.

Respeitar as diferenças vendo o que nos une, é um desafio entre cristãos dos nossos dias. Parece que o tempo todo colocamos nossa denominação (confissão de fé, sistema doutrinário, ordem de culto...) acima dos ensinos do próprio Jesus ("amai uns aos outros"). Não conseguimos ver aquilo que nos une como algo muito maior que as nossas diferenças. 
Criar um ambiente harmonioso e acolhedor visando o bem comum é necessário para uma caminhada de comunhão na verticalidade e na horizontalidade. Afinal, nossa união com o Eterno se expressa em nossa união com nosso semelhante (com gente - demonstramos que amamos ao Pai amando os nossos semelhantes).
Amar os iguais e rejeitar os diferentes não é ensinamento do nosso Mestre. Todos somos especiais para o Pai!
Ao mesmo tempo que somos diferentes, como uma peça de quebra cabeça, juntos nós expressamos a graça do Pai no encontro comunitário (o reunir-se como Igreja).
Criticar os outros querendo transformar o outro em tudo aquilo que defendemos …

Insight: Tempo.

O que é o tempo? Lembro do meu professor de filosofia fazendo esta pergunta, provocando a reflexão em cada um de nós (os alunos). O tempo é um conjunto de momentos vividos no agora, aparenta ser relativo em muitas situações, pois se sofremos, o tempo parece não passar, para as crianças o tempo parece demorar, para adultos o tempo "voa", em momentos de alegria, o tempo parece ser tão curto. Se entender o nosso tempo é tão complexo, como queremos entender o tempo do Eterno? Não conseguimos entender o tempo de dEle, de suas ações ou mesmo seu tempo de silêncio. Parece que ficamos o tempo todo querendo entender e teorizar o tempo que nem se quer vivemos os momentos. Ainda não aprendemos que cada coisa tem seu tempo, principalmente nós, seres humanos. Vamos viver cada momento sabendo que são únicos, por isto, vamos viver de modo responsável. Tudo acontecerá naturalmente sem neuroses, sem loucuras, exercitemos a paciência, tranquilizemos a alma, pois tudo tem seu tempo, hora e mom…

Insight: Palavras soltas.

Em nossos dias, a presença ausente é muito comum. A presença virtual.... Online (disponível), mas na verdade ocupado. Presente em casa, mas ao mesmo tempo ausente porque está presente em tantas redes sociais tais como: WhatsApp, facebook e outras. Gastamos mais tempo e energias conversando com aqueles que estão distantes, porém em silêncio com os que estão perto de nós.
Às vezes, até escutamos os outros, mas não ouvimos. Estamos ali diante do outro parados olhando (presentes), mas o nosso pensamento está bem distante (ausentes) e não vemos (percebemos) nada daquilo que está sendo dito por quem está diante de nós, de modo que se o outro se calar a qualquer momento nem se quer percebemos.
Não queremos mais conversar, apenas ser ouvidos, compreendidos e atendidos.
A vida do outro só nos importa quando é para criticá-la, censurá-la e espalhar o que conhecemos popularmente como fofoca (aí sim, vida do outro nos importa) ou se vamos ganhar algo em troca. Entretanto, a troca de afeto no encont…

Confiemos- nos!

Parece que a vida de muitos se tornou alguma coisa suspensa no ar. As pessoas estão como se algo dentro delas estivesse em desordem. Vivem isoladas e esse fenômeno pode ser observado tanto na vida de indivíduos como na das coletividades e a raiz disso está na falta de confiança. Esse sentimento de desconfiança imprime em suas almas e em tudo quanto fazem um caráter de dúvidas e insegurança. Muitas pessoas transferem para nosso Pai Celeste e acabam vivendo sem uma direção, porque não tem um Alvo (“Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. Filipenses 3:14). Quando o Eterno não está diante de nós, perdemos a reverência pelo Sagrado e a vida morre em nossas mãos. A vida acaba sendo fastidiosa, perde a essência, o significado que possuía para a partir dele se fazer um todo. Sendo assim, o que se pensa, faz e é, perde o sentido, além de não haver valores eternos definidos e não respirar algo que tenha poderoso significado universal e eterno. O que somos …

Comum Unidade

Penso que às vezes esquecemos que foi pago um alto preço lá naquela cruz, a fim de nos tornarmos um só com Deus. Um só corpo. Apesar das diferenças é isso que somos, um só corpo. Nós, embora muitos, precisamos entender que não somos as placas, somos gente que erra, mas que se esforça para acertar porque somos alunos (discípulos) de Jesus Cristo. Ele não morreu por placas denominacionais, ou por tijolos, cimentos, etc. Ele morreu por gente! Gente falha, que não merece Seu imenso amor, mas que Ele decidiu amar e acolher.
Quando nos reunimos numa comunidade, isso deve expressar amor, de modo que sejamos expressão de graça e misericórdia por darmos suporte uns aos outros (“suportar uns aos outros”). Como discípulos do Nazareno, precisamos aceitar cada um com suas diferenças como somos aceitos nEle, por Ele e deixarmos que Ele – que é o pastor da Igreja – mude, transforme e revolucione a consciência do nosso semelhante. Vamos ultrapassar as diferenças das barreiras religiosas. Deixemos de d…